
Ainda retornando ao círculo (e ao circo) restrito dos predadores e aos reflexos psicossomáticos e freudianos dos seus viveres vale a pena acrescentar que as 3 maiores fortunas portuguesas - Américo Amorim, Belmiro de Azevedo e Soares dos Santos - a nível mundial ocupam respectivamente os "rankings" 369, 949 e 1054, isto é, Américo jogaria numa terceira divisão (futebolisticamente falando) e Belmiro e Soares dos Santos não passariam de divisões regionais de amadores.
Não admira, portanto, os tiques paranóicos manifestados.
Na espiral em desenvolvimento dos Amigos do blogue apraz mencionar mais três:
- o José Cavaco (do CC do PCP) que agradece tudo o que lhe envio (encharco-o com notícias) e promete estar de ora em diante mais disponível para me ajudar (como se eu acreditasse...);
- o Nuno Figueira, companheiro de viagens e de conversas sem fim (ex-produtor de programas televisivos e de espectáculos) que afirma ir lendo o que lhe emai-lo;
- o Pedro Noronha, igualmente companheiro de viagens e de paleios vagabundos, (atarefado advogado de muitas causas) que me vai lendo e motivando para os meus escritos.
No que respeita às tintas não quero deixar de Vos chamar a atenção para Amrita Sher-Gil, considerada a pintora mais importante da Índia no século XX, por vezes apodada da "Frida Kahlo da Índia" (não entendo porque bulas, pois não passou a vida pregada a uma cama como a mexicana, embora não se saiba exactamente qual a doença que a vitimou aos 28 anos na sequência de um aborto).
Filha de um pai sikh do Pundjab, estudioso de sânscrito e de persa, e de uma mãe húngara judia cantora de Ópera. Amrita nasceu em Budapeste (Hungria) a 30.Jan.1913 e faleceu em Lahore (hoje Paquistão) a 5.Dez.1941. Viveu parte da infância na Hungria e estudou em Paris na "École des Beaux-Arts", sendo claramente influenciada por Paul Cézanne e Paul Gaugin.
As suas em exposição na National Gallery of Modern Art de Nova Delhi, mostram claramente a filiação europeia, expressionista, sensual, que (em minha opinião) vai evoluindo lentamente para um abstraccionismo no qual as formas figurativas nunca desaparecem. Imagens de um ou dois desses quadros, talvez na próxima edição do blogue.
Para todos, os habituais abraços leopardescos de garras retraídas.
O Leopardo
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