E o assunto que se coloca em primeiro lugar, e que aliás determina todos os outros, é a eminência de uma Terceira Guerra Mundial Generalizada e Nuclear.
Alguns duvidam que a opção seja o uso de armas nucleares (o quê, perguntam-se, optam pelo suicídio?...) mas a História demonstra que quem tem a superioridade militar usa-a e as publicações dos "think-tank" dos USA repetem-nas uma e outra vez de há 3 décadas para cá (basta consultar o "Foreign Affairs", uma das suas revistas dilectas).
A criação do denominado "Estado Islâmico", a sua introdução na Síria, o agregar para essa introdução e apoio o actual Estado Turco, o alargar o âmbito da NATO a todo o planeta e denominá-lo um instrumento de Paz e Democracia (sic!), a mais não corresponde senão ao propósito das sucessivas Administrações dos USA/Pentágono/CIA de controlarem todas as imensas reservas petrolíferas e energéticas do Próximo, Médio e Extremo-Oriente nas suas mãos.
De uma forma quase total a grande Comunicação Social tem estado ao serviço e sido cúmplice do Grande Capitalismo ( que abrange apenas 1 % da população mundial). Todos os dias coloca nos seus micros ou écrans as declarações de Donald Trump, Obama, Hillary Clinton, frau Merkel. Até o cão dos Obama (nascido em Portugal) é notícia !
Isto é, a Comunicação Social dominante não serve os Povos, impinge as ideias que interessam de momento ao Capitalismo, ajuda-o a subjugar 99 % dos seres humanos.

A violência no Futebol profissional português é uma consequência, uma extensão, um prolongamento desta atmosfera mundial de pré-guerra mundial generalizada, de contornos neo ou velho nazis. O que não retira a responsabilidade aos seus cultores e aos seus dirigentes.
A ameaça verbal e física desencadeada pelos "Super Dragões" ao pai de um dos mais prestigiados árbitros portugueses, no próprio restaurante do senhor é intolerável e não deve passar sem julgamento e sentença em tribunal.
Mas ainda não se ouviu os dirigentes dos clubes de futebol profissional repudiarem e condenarem alto e bom som este tipo de condutas de recorte fascizante ou neonazi.
Sobretudo, os dirigentes dos grandes clubes, cujas palavras têm maior peso na opinião pública. Calarem-se é tornarem-se cúmplices e reféns destas práticas.
São práticas que ferem fundo a cultura e o prazer do Desporto e da Cultura geral do ser humano, no qual o desporto se insere.
Ou seja, não é apenas ao sr. Pinto da Costa que cabe repudiar e condenar publicamente - e bem alto - o comportamento dos "Super Dragões" e do "Colectivo Ultras 95", é igualmente dever do sr. Luís Filipe Vieira fazer o mesmo (censurando e refreando os "Diabos Vermelhos" e os "No Name Boys").
Outro tanto não se espera que o sr. Bruno de Carvalho (nódoa inapagável da História do Sporting) faça, visto que até hoje tem sido ele mesmo a incitar a "Juve Leo", a "Torcida Verde" e o "Directivo Ultras XXI" a práticas deste tipo nazi. Mas, o sr. Bruno de Carvalho não é o Sporting Clube de Portugal, clube com um histórico digno e honroso no desporto nacional. A Direcção do SCP não se resume (felizmente) ao sr. B.de.C. . Existem no Sporting muitos dirigentes sérios e muita massa associativa que não se revê em tais práticas, não está de acordo com elas, repudia-as. Têm o dever de se fazer ouvir!
Por hoje, Amigos, é tudo.
Saudações amistosas,
mas, lamentavelmente, de garras bem afiadas
O Leopardo
Sem comentários:
Enviar um comentário